Bradicardia, um ritmo cardíaco mais lento

Porém, essa não é uma regra. Em atletas ou pessoas fisicamente ativas o batimento cardíaco pode ser de 50 e não indicar nenhuma patologia. Isso porque o exercício regular melhora a capacidade do coração em bombear o sangue, realizando menos contrações.

A bradicardia também pode ser um efeito secundário para determinados medicamentos, entre eles metoprolol, sotalol, propranolol, diltiazem, verapamil e atenolol.

O paciente com o problema sente tontura, fraqueza, tem falta de energia e até desmaios. Quando a bradicardia está relacionada ao hipotireoidismo grave o quadro se amplia para aumento de peso, mesmo com a falta de apetite, pele seca, cãibras musculares e sensibilidade exagerada a temperaturas firas.

O diagnóstico é feito com base no histórico familiar, no exame clínico que avalia a frequência e o ritmo cardíaco e o pulso, além de informações sobre medicamentos que o paciente faz uso, para verificar a possibilidade de uma reação ao mesmo. O eletrocardiograma, exame de tireoide e de esforço físico complementam o diagnóstico.

Atletas e praticantes de alguma atividade física, mesmo que não seja profissional, normalmente não necessitam de tratamento. Quando esse tipo de arritmia cardíaca é por causa de uma disfunção do nódulo sinusal geralmente é indicada a colocação de marcapasso permanente. O mesmo tratamento é indicado nos casos de problemas no nódulo auriculoventricular. Já pessoas com hipotireoidismo devem controlar os níveis hormonais da tireoide.

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