Cresce casos de sífilis no país, saiba como identificar e tratar a doença

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pela bactéria Treponema pallidum. Essa bactéria pode permanecer no corpo por anos sem ao menos se manifestar.

A principal forma de contágio é através da relação sexual sem camisinha com uma pessoa infectada ou da mãe infectado para o bebê na hora do parto.

Como a sífilis possui diferentes estágios, os seus sintomas variam bastante. Na sífilis primária uma ferida surge na região íntima entre 10 a 90 dias após o contágio. Esse sintoma é indolor, não coça, não arde e nem tem pus.

Na sífilis secundária os sinais surgem entre seis semanas a até seis meses após o aparecimento da ferida e são caracterizados por manchas no corpo, como na palma das mãos e nas plantas dos pés.

Já na fase assintomática, chamada de sífilis latente não há qualquer indício da doença. Porém, a fase mais grave da patologia surge entre 2 a 40 anos após a infecção com lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas.

A sífilis pode ser detectada através de um teste rápido ou de um exame de sangue laboratorial.

Em gestante o tratamento deve ter início assim que diagnosticado o problema, lembrando que a forma de contágio é maior nos estágios primário e secundário. A cultura de bactérias é outra forma de se chegar ao quadro, o exame é feito por amostra de secreções expelida pela ferida que serão analisadas em microscópio.

Com o diagnóstico precoce a sífilis não causa danos à saúde e o paciente é curado rapidamente. Quando a doença é descoberta no primeiro ano de infecção uma única injeção de penicilina basta para curar a patologia.

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