Eletrocardiograma pode detectar arritmia cardíaca

Para o exame, o paciente fica deitado e o especialista coloca eletrodos grudados à pele dos braços, das pernas e do tórax. É comum a aplicação de gel sob a pele antes de colocar os eletrodos, para facilitar a captação dos estímulos cardíacos. Através desses eletrodos, que ficam ligados a um computador, que é possível registrar o trabalho cardíaco que será impresso, por meio de gráficos, para posterior avaliação médica.

O eletrocardiograma pode ser solicitado com frequência após os 40 anos de idade. E é comum, a partir dele, o especialista exigir outros testes.

Com dito acima, um dos diagnósticos comuns do eletrocardiograma é a arritmia cardíaca. A doença se caracteriza por alterações no ritmo das batidas do coração, que podem ser mais rápidas ou mais lentas do que o ideal. Um coração bate entre 60 e 100 vezes por minutos. Se o paciente pratica alguma atividade física de rotina esse ritmo pode cair um pouco para 55 batimentos. Mas, qualquer alteração acima de 100 ou abaixo de 55 pode ser um alerta de arritmia.

Caso a arritmia não seja diagnosticada e tratada ela provoca parada cardíaca, doenças no coração, acidente vascular cerebral (AVC) e até a morte súbita. O tratamento depende do tipo do problema. Em situações mais simples o cardiologista indica o uso frequente de medicamento específico, já em casos avançados pode ser preciso a administração de remédio intravenoso ou até mesmo o implante de marca-passo, para regular o batimento.

Para fazer o eletrocardiograma ou checar se a sua saúde cardíaca está em dia, agende exame e consulta na Saúde Secular. Telefone (11) 5565 4000 ou WhatSapp (11) 94504 1500.